# Whoosh injeta R$ 100 milhões para dobrar frota de patinetes no Brasil até dezembro

> A Whoosh, empresa de patinetes elétricos compartilhados, anunciou um investimento de R$ 100 milhões para expandir sua operação no Brasil até dezembro de 2026. A meta é dobrar a frota, de 10 mil para 20 mil patinetes, e saltar de 7 para 15 cidades. A empresa aposta em um modelo mais sustentável, baseado em assinaturas, após a saída de concorrentes como Lime e Grow.

## Destaques

- Whoosh vai investir R$ 100 milhões para expandir no Brasil, elevando o total investido desde sua chegada em 2023 para R$ 340 milhões.
- A meta é chegar a 15 cidades e 20 mil patinetes em operação até dezembro de 2026, dobrando a presença atual.
- A empresa já soma cerca de 1,8 milhão de usuários no Brasil e opera com lucro na maioria das cidades, exceto nas mais recentes.
- A estratégia de expansão é gradual, focando em integração com transporte público e percursos curtos de até 2 km.
- A Whoosh recebeu pedidos de expansão de mais de 40 prefeituras, com foco inicial na região Centro-Oeste.

A Whoosh, empresa russa de patinetes elétricos compartilhados, anunciou um novo aporte de R$ 100 milhões para acelerar sua expansão no Brasil. O plano, divulgado em 2026, prevê dobrar a frota nacional, de 10 mil para 20 mil patinetes, e saltar de 7 para 15 cidades até dezembro deste ano. A movimentação marca uma nova tentativa no setor de micromobilidade, que viu gigantes como Lime e Grow deixarem o país, com a Whoosh apostando em um modelo que alega ser financeiramente mais sólido e focado em trajetos curtos e integração com o transporte público.

## Perguntas frequentes

### Quanto a Whoosh já investiu no Brasil?

Com o novo aporte de R$ 100 milhões anunciado em 2026, o total investido pela Whoosh no Brasil desde sua chegada, em junho de 2023, chega a R$ 340 milhões.

### Onde a Whoosh opera atualmente?

A empresa atua em 7 cidades: Florianópolis (a primeira), Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Campos do Jordão e Curitiba.

### A Whoosh dá lucro no Brasil?

Segundo a empresa, a operação brasileira já é lucrativa em todas as cidades onde está presente, com exceção das duas mais novas: Campos do Jordão e Curitiba, que ainda estão se estabelecendo.

### No que a Whoosh é diferente da Lime?

A Whoosh aposta fortemente em planos de assinatura para garantir receita recorrente, usa tecnologia nos patinetes para reduzir perdas e vandalismo, e expande de forma gradual, só indo para uma nova cidade após consolidar a operação na anterior.

### Para onde a Whoosh vai expandir?

A lista final das 15 cidades ainda não está fechada, mas a empresa recebeu pedidos de mais de 40 municípios. A região Centro-Oeste, com cidades como Campo Grande e Goiânia, deve ser o próximo foco de expansão.

## Fontes

- [Whoosh investe R$ 100 mi para dobrar de tamanho, em nova onda de patinetes no Brasil](https://www.bloomberglinea.com.br/tech/whoosh-investe-r-100-mi-para-dobrar-de-tamanho-em-nova-onda-de-patinetes-no-brasil/)

## Especificações

| Item | Valor |
| --- | --- |
| Investimento anunciado | R$ 100 milhões |
| Investimento total desde chegada ao Brasil | R$ 340 milhões |
| Data de chegada ao Brasil | junho de 2023 |
| Cidades atuais | 7 (Florianópolis, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Campos do Jordão, Curitiba) |
| Cidades planejadas até dezembro | 15 |
| Frota atual de patinetes | 10 mil |
| Frota planejada até dezembro | 20 mil |
| Usuários no Brasil | 1,8 milhão |
| Distância média de percurso | 2 quilômetros |
| Pedidos de expansão recebidos | 40 municípios |

## Prós e contras

**Prós:**
- Empresa opera com lucro na maioria das cidades onde atua.
- Patinetes possuem tecnologia avançada que reduz perdas e vandalismo.
- Modelo de negócio baseado em assinaturas mensais e anuais garante receita recorrente.
- Estratégia de expansão gradual, abrindo novas cidades somente após equilibrar as atuais.
- Foco em integração com transporte público e percursos curtos de até 2 km.

**Contras:**
- Vandalismo é comum nas primeiras operações em cidades novas.
- As operações mais recentes, em Campos do Jordão e Curitiba, ainda não são lucrativas.
- Setor é volátil, como demonstrou o fracasso de operadoras anteriores como Lime e Grow.
- Cidades com alta pluviosidade ou terreno acidentado não são adequadas para a operação.
